As monotonas tardes de domingo sem opção de entretenimento para além da “Temperatura Máxima” e do “Domingão do Faustão” estão contadas. A revolução digital em curso nos países desenvolvidos começa a chegar com força ao Brasil. E com ela, a cibercultura. Um espaço virtual onde a troca de informações entre fonte, mediador e receptor é constante e a interatividade parte fundamental do processo.
Aquele nostálgico episódio do Chaves onde o Professor Girafales elogia o Seu Madruga não precisa requer mais uma visita à uma videoteca para ser acessado. Tampouco se faz necessária a compra do vídeo em lojas do genêro. Basta ter em casa um computador ligado à Internet e, a partir dele, um acesso ao You Tube.
O site comprado recentemente pelo Google representou para o início do século XXI uma revolução na cibercultura. Internautas de todo o mundo disponilizam seus videos diariamente para outros internautas acessarem. Isso forma uma rede que leva à milhões de acessos diários à vídeos dos mais variados genêros.
Quer ver o clipe de sua banda preferida? Acesse o You Tube. Prefere um capitulo dos “Trapalhões”? O You Tube também tem. E mais. Se ainda não estiver por lá você mesmo pode colocá-los. Embora para os mais conservadores a cibercultura já esteja no seu ápice, não é o que filmes como “Matrix” propõe. Ao contrário, são “profetas” de uma realidade onde não há fronteiras entre virtual e real.

Se o You Tube não basta como exemplo para um conceito de cibercultura, porque não falar do compartilhamente de música na Internet. Para ouvir seu artista preferido basta acessar os sites que oferecem música de graça. É salvar em seu computador. E há ainda mais do que isso. Na litaeratura, a produção de conhecimento se encaixa nesse contexto. O mesmo cidadão que pesquisa no site Wikipédia, por exemplo, pode produzir material para pesquisa, agregrando novos conceitos ao tema pesquisado.
[...] Se você quer ler um livro, por exemplo, basta dar um clic e entrar em uma biblioteca virtual. E quanto a vídeos, o youtube tem sido o campeão de acessos, inclusive com clipes musicais. A cibercultura nos possibilita aumentar nosso conhecimento e [...]
Pingback por natachaonline — Março 17, 2007 @ 12:21 am